segunda-feira, 2 de julho de 2012

Belém - PA

Olá a todos.


Acordamos tarde, por isso nada ocorreu como planejado.


Além disso, minha moto está com um barulho estranho. Levei-a até uma concessionária Yamaha para tentar descobrir o problema. Não conseguimos chegar a um consenso sobre o problema. Pelo menos um sanitizei o meu capacete.


Enquanto isso acontecia, saí para almoçar e, pontualmente, às 15h 30m a chuva da tarde deu as caras. Não durou muito, apenas uns 15 minutos. Pelo menos não falhou, confirmando que não é uma lenda.


Mais tarde saímos para comprar peças para as motos. Demorou para encontrar a loja e acabamos não encontrando nenhuma das peças. Marquei para amanhã voltar à oficina para tentar resolver o problema, está confirmado que é a corrente. Vou levar minha corrente anterior e ver se resolve sem ter que comprar todo o kit de relação.


O Jaques decidiu ir até a Estação das Docas sozinho, enquanto eu tentava solucionar o problema. Encontrei-o e visitamos um local muito espaçoso e bonito. Como já era tarde, as fotos não ficaram boas.


Até breve.





















Paraturismo

http://www.paraturismo.pa.gov.br/

De Paragominas - PA a Belém - PA

Olá a todos,

Mais uma vez acordamos cedo: 8... para as 10 da manhã! Durante o café pegamos informações com o primo Jacinto e esposa sobre os lugares a visitar em Belém. Recebemos um convite para visitar a fazenda dele, mas não aceitamos pois iria atrasar nossa chegada a Belém. De toda forma abastecemos e fomos até o sítio da  família e lá desfrutamos de um almoço com churrasco. O Jacinto conduziu a moto do Jaques até lá. É um lugar muito bonito, pena que as fotos não ficaram tão boas. Vamos ver se as da máquina do Jaques ficaram melhores.

Até chegar na BR-010, o Jacinto nos acompanhou com suas filhas. Nos despedimos e aceleramos; dessa vez eu andei acima da média: 135 km/h. Com isso fizemos um tempo bom até chegar à PA-316. À certa altura, uma chuva nos pegou e durante 12 minutos caiu com muita força. Ainda assim não foi suficiente para me molhar totalmente.

Abastecemos a uns 70 km de Belém, logo após Castanhal e fomos lanchar antes de concluir a viagem. O inferno começou logo depois: muito trânsito até chegar a Belém, fora a chuva intensa. Dessa feita ela nos molhou por inteiro. Tive que conduzir entre os veículos e, vou te contar, aqui os motoristas são piores que os de BH. Um único acidente entre 2 carros e uma moto foi o saldo desta estrada.

Não encontrando o endereço correto, nos restou achar um hotel próximo de onde estávamos. Chegamos todo ensopados, confesso que foi um alívio ter esse pouso seguro, apesar de não gostar desse tipo de hotel.

Após relaxar, saímos para comer algo. Fomos a um supermercado, mas acabamos comendo num carrinho de lanches bem na porta do supermercado.

Ficamos muito impressionados com o absurdo do trânsito belenense: falta de capacete, contramão, avanço de sinal, falta de respeito com o pedestre, dentre outros. E não são somente as motos, são todos!

Os quarteirões tem uns buracos rente a pista com até meio metro de altura. Um verdadeiro perigo. Foi muita sorte não termos caído nessas armadilhas. Que será de nós amanhã?

Estamos bem posicionados, a 5 km do Ver o Peso, Estação das Docas, Theatro da Paz, Mangal das Garças e Basílica de Nazaré. Tudo bem perto do hotel, mas vamos de moto mesmo.

Por enquanto ficaremos segunda e terça aqui, ainda não termos certeza de quanto tempo ainda vamos ficar.

Uma certeza é que vamos visitar Salinópolis (Salinas) na volta.

Até breve,

Marcio e Jaques












Temos novos apelidos: Fucker & Sucker, uma dupla de dois (Mexa esse traseiro gordo!) 







domingo, 1 de julho de 2012

De Açailândia - MA a Dom Eliseu e Paragominas - PA

Olá a todos,

Meu dia começou mais atrasado que o do Jaques, já que dormi até mais tarde. Também, depois do excesso gastronômico do dia anterior...

Enfim, tomei café e já nos preparamos para pegar a estrada tendo como companheiro de viagem o Leandro, filho do primo José. Passamos na concessionária Yamaha para comprar a lampada que faltava no meu farol e limpar o sistema de freio dianteiro. Acabei ganhando um spray limpa freios do atendente.

Abastecemos e pegamos a estrada, sem o Jaques. Ele tinha saído para ir ao mercado ao ar livre próximo à loja, coisa que ele queria fazer desde que chegamos a Açailândia.

Numa parte do percurso, parei minha moto e passei para o Leandro pilotar, e fui na sua Fazer 250. Quanta diferença, já que ela tem menos da potência da minha, para mim foi uma dificuldade fazer mais do que 110 km, fora os retalhos da estrada que eu praticamente não sinto devido às suspensões da XT. O Leandro pilota como eu, e fomos juntos na maior parte do tempo. O Jaques sumiu lá na frente, passando do ponto de encontro (ele não admitiu).

Pouco tempo depois o Jaques nos alcançou e mais adiante eles pararam e trocamos de moto novamente. Como o percurso do dia era de 80 km, logo chegamos a Dom Eliseu. Não houve placa de divisa de estado, motivo de não ter fotos. Descendo em frente a loja da prima Célia e depois que o Jaques chegou é que fomos para a casa dela junto com mais outras primas.

Lá tivemos um almoço e tanto. Muita conversa, muita risada, várias lembranças familiares. E eu, que comi demais, fiquei sonolento e fui dormir. Dormi tanto que todo mundo saiu para Itinga e me deixaram pra trás. Só chegaram por volta das 17h e, depois de um café com bolo, feitos pela Hellen, saímos com destino a Paragominas, distante 160 km. Já eram mais de 19h. 

Pilotamos com uma lua quase cheia a iluminar a estrada, ao longe vimos relâmpagos iluminando o horizonte à nossa frente.

Antes de chegar em Paragominas, eu senti alguma coisa batendo de leve em minha mão esquerda. Até perceber que eu tinha atropelado um morcego, levou um tempo. Sinalizei o Jaques e paramos para fotografar o pequeno morcego.

Havíamos marcado com o primo Jacinto num posto de gasolina, mas ele já tinha ido para casa. Os 10 minutos que eu havia requerido para o café, cobraram seu preço...

Fomos recebidos por ele e suas filhas. Proseamos durante um tempo, tomamos um banho e saímos os três para conhecer a cidade. Paramos em um espetinho, mais prosa e saímos meio que corridos pois um princípio de confusão se avizinhou por um bando de jovens com paus e pedras. Não deu em nada, mas foi melhor assim.

Agora vamos descansar, pois o domingo promete!

Até breve.

Marcio e Jaques

P.S.: O Jaques tem mais fotos e posteriormente eu coloco as fotos da máquina dele.